lunedì 26 settembre 2016

Antônio Diogo da Silva Parreiras (20 January 1860, Niterói - 17 October 1937, Niterói) Painter

Antônio Parreiras

Antônio Diogo da Silva Parreiras (20 January 1860, Niterói - 17 October 1937, Niterói) was a Brazilian painter, designer and illustrator.

Biography

e was one of nine children and his father was a goldsmith. In 1882, he enrolled at the Academia Imperial de Belas Artes in Rio de Janeiro but left two years later to attend the free painting classes being offered by the German immigrant artist Georg Grimm In 1885, when Grimm left to work in the countryside, Parreiras became an autodidact A year later, one of his works was purchased by Emperor Pedro II.

This allowed him to resume his formal studies and travel to Europe in 1888, entering the Accademia di Belle Arti di Venezia where his teacher was Filippo Carcano Upon his return to Brazil two years later, he participated in the "Exposição Gerais de Belas Artes". Later that same year, he became a Professor of landscape painting at the Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) and, following the example set by Grimm, introduced his students to plein-air painting. Following disagreements with ENBA over changes in the curriculum, he set up his own school called the " Escola do Ar Livre".
He was soon doing much of his work in the forests outside Teresópolis. He also received numerous commissions to paint historical scenes and, after 1899, did decorations for the government in public buildings, such as the "Allegory of Apollo and the Goddesses of the Hours", which he created for the Palácio da Liberdade in Belo Horizonte. His female nudes are also considered to be especially well done. From 1906 to 1919, he maintained a second studio in Paris and exhibited at the Salon. He was also named a delegate of the Société Nationale des Beaux-Arts in 1911.
In 1925 he was chosen as Brazil's best artist by the readers of Fon-Fon, a magazine created by art critic Gonzaga Duque. The following year, he published his autobiography and was inducted into the "Academia Fluminense de Letras" In 1933, he participated in his last exhibitions; the "Jubileu Artístico" in São Paulo and Niteroi. Four years after his death, his former studio became the Museu Antônio Parreiras

 Antônio Parreiras - Flor do Mato (estudo para Os invasores)
Criação: de 1915 a 1929

Antônio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, 20 de janeiro de 1860 – Niterói, 17 de outubro de 1937) foi um pintor, desenhista, ilustrador, escritor e professor brasileiro.

Biografia

Parreiras era filho de brasileiros natos, o Major Jacinto António Diogo Parreiras e de D. Maria Rosa da Silva Parreiras., sendo um dos nove filhos de uma família chefiada por pai ourives.
Ingressou em 1882, aos 22 anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, que abandonou em 1884 para frequentar o curso livre de pintura do professor alemão Georg Grimm. Com a viagem de seu mestre para o interior do Brasil, continuou os seus estudos de forma autodidata em 1885.
Viajou para a Europa em 1888, aperfeiçoando suas técnicas na Accademia di Belle Arti di Venezia, na Itália.
De volta ao Brasil em 1890, participou da Exposição Geral de Belas Artes no Rio de Janeiro. No mesmo ano tornou-se professor de pintura de paisagens na Escola Nacional de Belas Artes. Seguindo os ensinamentos de Grimm, levou os seus alunos para pintar ao ar livre, expondo esses trabalhos em 1892.
Iniciou estudos ao ar livre nas matas de Teresópolis, sintetizados na tela Sertanejas. Tendo recebido encomendas para pintar episódios históricos, a partir de 1899 realizou vários trabalhos para palácios do governo, como a Alegoria a Apollo e às Deusas das Horas de 1925 no teto do salão nobre do Palácio da Liberdade em Belo Horizonte. Entre seus trabalhos históricos destacam-se a Conquista do Amazonas e Lembrança da visita de Oscar I, rei da Suécia e Noruega. Além dessa vertente, dedicou-se paralelamente aos nus femininos, que pintava com grande sensualidade, como pode ser apreciado em Flor brasileira, Fantasia e Frinéia.
Artista da belle époque, em 1925 foi considerado o pintor mais popular do país. Publicou a sua autobiografia em 1926 (História de um Pintor contada por ele mesmo), com isso ingressando na Academia Fluminense de Letras.
Participou em 1933 das exposições comemorativas do Jubileu Artístico em São Paulo e em Niterói, onde veio a falecer em 1937. O seu ateliê foi transformado, em 1941, no Museu Antônio Parreiras.

Antônio Parreiras - Praia brasileira 1916
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro

 Antônio Parreiras - Canto de Praia, 1886

 Antônio Parreiras - Amanhecer no Adriático (ilha de Chioggia, Veneza, Itália) 1887

 Antônio Parreiras - Casa de Margarida 1891
 Antônio Parreiras - Jesus Cristo à Beira do Gólgota, 1907

 A conquista do Amazonas 1907

Iracema (Antonio Parreiras, 1909)
Antônio Parreiras - Cabeça de Índia (Fracé) 1909
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro

 Antônio Parreiras - Cabeça de Índio (Jacumpté) 1909

Antônio Parreiras - Cabeça de Índio (Porpipó) 1909
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro 
Antonio Parreiras - Dolorida - 1909
 Antônio Parreiras - Fantasia, 1909 
Antônio Parreiras - Pinacoteca do Estado de São Paulo

Antônio Parreiras - Frinéia, 1909
óleo sobre tela 89,5 x 145,5 cm
assinada, datada e localizada (Paris) no canto inferior esquerdo
Coleção Paula e Jones Bergamin, Rio de Janeiro RJ (fotografia de Vicente de Mello)


marabá by antonio parreiras 1911
Antônio Parreiras - Estudo para Flor Brasileira 1911

 Fim de romance, 1912
Antônio Parreiras - Flor brasileira (estudo) 1912
Antônio Parreiras - scan de Museu do Estado de Pernambuco, Coleção Museus Brasileiros, edição Banco Safra, 2003 
Antônio Parreiras - Estudo de nu, 1913
Antônio Parreiras - Estudo de nu, 1913
Antônio Parreiras - Estudo de nu, 1913  
Antônio Parreiras - Nu, 1913
Antônio Parreiras - Nu, 1913  
Antônio Parreiras - Damnée 1914

Antônio Parreiras - Relique Sacrée 1915
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro
Antônio Parreiras - Agonia 1915

Antônio Parreiras - Leitura matinal 1916
Antônio Parreiras - Estudo de Nu Feminino 1916 

Antônio Parreiras - Flor da Rua 1917
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro
 Antônio Parreiras - Flor do Mal 1918
 Antônio Parreiras - Damnée (1919) 
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro

 Antônio Parreiras - Modelo em repouso 1919
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro
Antônio Parreiras - Modelo em repouso 1919
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro

 Antônio Parreiras - Torturado 1920
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro
 Antônio Parreiras - O louco de Chevillat 1920
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro
Antonio Parreiras - Decoração - 1921-22
Antônio Parreiras - As Sete Notas
Created: from 1921 until 1922
Antônio Parreiras - Superintendência de Museus - Governo do Estado do Rio de Janeiro

Antônio Parreiras - Primevos 1922
Antonio Parreiras Julgamento de Filipe dos Santos Circa 1923 
Antônio Parreiras - Zumbi 1927
Antônio Parreiras - Os Mártires 1927 
Antônio Parreiras - A Derrubada 1930 

Antônio Parreiras - Rochedos do Alto Mar 1932

 Antônio Parreiras - Os Invasores 1936

 Parreiras, Antônio (Antônio Diogo da Silva Parreiras) (sem data)
Interior de Ateliê - Interior of studio

 
Numa-Camille Ayrinhac (1881-1951) - Retrato do pintor Antônio Parreiras (detalhe), 1907
óleo sobre tela 130,4 x 89,2 cm
assinada, datada e localizada (Paris) no canto inferior direito
Coleção Museu Antônio Parreiras, Niterói RJ (fotografia de Vicente de Mello)

 Autor não identificado - Antônio Parreiras e o projeto original para Os Aventureiros, circa 1915-1917
cópia em papel a partir de negativo de vidro, 15,0 x 20,0 cm
Coleção Arquivo Histórico do Museu Antônio Parreiras, Niterói RJ (reprodução de Vicente de Mello)

 

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